Pokémon - Conspiracy

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Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Devar em 19th Dezembro 2010, 4:01 pm

Oi galera do fórum. Eu tinha essa história engavetada em algum lugar da minha mente há algum tempo, e hoje resolvi postá-la, vamos ver se dá certo!
Li as regras do fórum e pelo que eu entendi posso usar os nomes do ataques em inglês, certo? Me corrijam se eu estiver errado. nesse caso tudo bem, há pelo menos 4 anos eu quase não vejo o anime, mas eu continuo jogando e vou me basear no universo dos jogos, certo? Vamos lá!


Capítulo 1: A mensagem do Dragonite

Will era um adolescente de 16 anos, de Johto. Cabelos pretos e despenteados, Vivia tranquilamente em Mahogany com seus grandes amigos Danny e Jill. E é numa tarde de outono, cinco anos após os eventos na torre de rádio de Goldenrod que tudo começou. Will e Danny batalhavam em frente ao lago da Fúria, ao norte de Mahogany. Will e seu fiel Totodile, chamado Crunch, contra Danny e seu Tyrogue.

- Vamos lá! Pronto, Danny?
- Claro! Tyrogue, Mach Punch!

Tyrogue se lançou à frente em alta velocidade contra Crunch socando-o e fazendo com que este fosse lançado para trás. Will, pensando rápido comandou:

- Crunch, Rage!

Crunch tensionou os músculos de seu corpo, seus olhos tornando-se agressivos. essa força o fez parar e ele avançou.

- Prepare-se e use Low Kick!

Tyrogue mudou sua postura e se preparou para dar a rasteira, mas Will sabia o que fazer:

- Crunch, pule e use Bite!

Crunch correu e pulou sobre Tyrogue no exato momento em que este girou um pé no chão. No ar, ele abocanhou a cabeça de Tyrogue, girou para frente e soltou sua cabeça, jogando-o contra uma árvore e caindo em pé.

- Tyrogue! - Disse Danny, indo socorrer seu Pokémon desacordado.
- Quantas vezes, Danny? - Disse Will, acompanhando-o. - Use o que está ao seu redor, não se prenda aos ataques!
- Improvise, certo? - Falou Danny, rindo.
- Certo. Tudo bem com o Tyrogue? ele bateu com força.
- Ele vai ficar legal. Né, amigão?
- Roogue...
- Crunch que o diga, ele é um cabeça dur... Danny, olha!

Por um momento, algo ofuscou o por-do-sol. Vinda do oeste, uma figura alada descia em grande velocidade na direção da terra, cada vez mais veloz.

- Ah não... Danny, sai DAÍ!!

Correndo com Tyrogue, Danny saiu da frente poucos momentos antes da criatura atingir o local onde estava. Deslizando e espalhando terra, o vulto amarelado permaneceu imóvel onde caiu. Por vários segundos, nenhum deles ousou se mexer, com medo de uma possivel reação, mas a coisa parecia desacordada. Reunindo coragem, Will caminhou até a criatura, seguido por Crunch.

- Toto?
- Não sei... Vamos ver na Pokedéx.
- O que ela diz? - Indagou Danny.
- Isso... Isso é um Dragonite! Como ele veio parar aqui?
- Will, você tem que chamar o seu avô aqui, Agora! Temos que tirar esse Dragonite daqui!
- Certo, já vai.

Will procurou em sua agenda por "Vovô" e ligou. Uma voz rouca atendeu:

- Alô, Will?
- Vô, você tem que ajudar, achamos um Dragonite ferido aqui no lago da Fúria e temos que levá-lo ao centro Pokémon!
- OK, estarei aí em cinco minutos. Examine-o e procure por um indicador de que ele possui treinador. Se achar que ele é selvagem, saia de perto dele.

Dito isso, Will e Danny Chegaram perto do Dragonite caído. Ele tinha uma bolsa presa ao ombro, que Will removeu.

- Ele deve ter um treinador, mas como algo assim poderia acontecer?
- Não sei, Danny. o treinador pode tê-lo abandonado, mas não tem como saber.
- Abra a bolsa, o que tem dentro?
- Só... um disco. Podemos tocá-lo no centro Pokémon, ver o que tem dentro.
- Vamos chamar a Jill, ela vai querer ver isso.
- Com certeza... Ah, Vô, ainda bem!

Subiu a colina um idoso, apoiado em uma bengala, ao lado de um Pilowswine. Era Pryce, lider do ginásio de Mahogany.

- Olá, meninos. Temos que ser rápidos, ajudem o Pilowswine a levantar esse Pokémon.
- Certo! - Disseram os dois em unissono.

Uma vez acomodado em Pilowswine, o Dragonite pôde ser levado ao centro Pokémon. No caminho, Will ligou para Jill e a avisou sobre o acontecido. Chegando lá o Pokémon ferido foi levado para ser tratado.

- Ele estava ferido, mas creio que ficará bem. Chansey o moveu para a sala de urgência, em alguns dias ele vai melhorar. - Informou a Enfermeira Joy.
- Obrigado, Joy. - Replicou Pryce. - Agora, Will e Danny, o que aconteceu no lago?
- Bom, nos estávamos batalhando e... Ah, Jill!

Entrava no centro Pokémon uma garota ruiva, por volta dos 15 anos. Seus cabelos ondulados passavam dos ombros e ela trazia um Swinub no colo.

- Oi meninos! O que aconteceu, Will? Onde está o Dragonite?

Will e Danny explicaram o acontecido, e Will mostrou o disco. Olhando de perto, puderam ver que estava danificado. Pryce deduziu que a queda causara o dano, mas disse que talvez o disco ainda poderia funcionar.

- Insira o disco, Will. - Ordenou Pryce.
- Ok...

A mensagem começou a tocar. Parecia cortada, mas foi possível distinguir um homem de cabelos ruivos e espetados, falando de perto com a câmera.

- ...air, aqui é Lance, eu fui descoberto!-- Gile disse que a Equipe Rocket se infiltrou na PokéPlanet, eles volt-- querem usar controle ment-- Pokémons! Procure Giov------ noh! Não sei para onde vão me levar, mas eu vou ficar bem... até eu me tornar inútil para...*BRUUUUUM* NÃO! DRAGONITE, VAI! LEVA A MENSAGEM, EU VOU FICAR BEM, VAI!

Nenhum dos quatro se mexeu por alguns momentos. os três adolescentes se entreolharam, perplexos. Pryce ficou muito sério, encarando a tela, onde a imagem cortada mostrava o rosto desesperado de Lance.

- O que foi tudo isso? - Indagou Jill, apertando Swinub contra o peito.
- Temos que analisar a mensagem. Não há muita informação, mas...
- Mas o quê, vô?
- Lance é o campeão da Elite 4. Ele foi uma das pessoas que lutou contra a Equipe Rocket há cinco anos, antes deles desbandarem. Pelo que parece eles voltaram... Gile... Acho que é um cientista, vive em Olivine. PokéPlanet, claro, é a empresa que fábrica pokébolas, mas o que eles poderiam querer com ela?
- Acho que nós temos que entregar essa mensagem, ela parece muito importante. - Falou Danny, preocupado.
- Será que esse Gile sabe de alguma coisa, vô?
- Se Lance falou com ele, é possível. - Replicou Pryce. - Escutem, crianças. Sei que isso pode ser pedir muito, mas eu preciso que levem essa mensagem de volta até Gile e descubram quem é o destinatário. Eu iria, mas estou muito velho pra esse tipo de aventura. Isso é urgente, não podemos perder tempo.
- Mas vô, o que nós podemos fazer? somos treinadores iniciantes! Não temos mais que um pokémon!
- Sr. Pryce, deve ter alguém mais qualificado pra isso, não? - Indagou Jill.
- Will, Danny, Jill. Eu já vi vocês batalharem. sei que têm tudo o que precisam. Afinal de contas, já passou da hora de vocês começarem suas aventuras! pensem nessa viagem como um começo, certo? - Disse Pryce, sorrindo.
- Sim, senhor! - Disseram os três.
- Partirão amanhã cedo. Nesse meio tempo, eu vou tentar localizar um velho conhecido, ele tem experiência com a Equipe Rocket.

Fora do centro Pokémon, os três amigos conversavam. Will sentia um pouco de medo, não por sair em uma jornada, mas por se sentir impotente. O que eles poderiam fazer contra a equipe Rocket quando nem o campeão da Elite 4 pôde?

- Acho que o seu avô está certo, Will. - disse Jill. - Juntos, nós podemos fazer isso! Só temos que levar a mensagem, afinal!
- Certo, mas vocês não acham que seria legal lutar? Quer dizer, fazer a nossa parte contra a Equipe Rocket?
- Acho que sim, Danny. - Falou Will, compreendendo o amigo.
- Então, amanhã?
- Amanhã, Jill. Certo, Will?
- Certo! Vamos lá!

Assim começou a aventura de Will, em direção à conspiração.

É galera, esse foi o capítulo de introdução da história, ainda tem muita coisa por vir, e eu prometo que vão gostar da história! vou esperar os primeiros comentários antes de postar o prox capitulo.

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por MickBooterhood em 19th Dezembro 2010, 5:50 pm

Gostei muito (: Quando puder faça o Capítulo 2!

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Cloud Strife em 19th Dezembro 2010, 11:46 pm

Também gostei, está realmente bom.

As narrações e descrições estão claras e de bom tamanho, apenas algumas coisinhas precisam ser ajustadas. O diálogo entre os personagens está razoavel e os sentimentos não estão exagerados e ou meramente superficiais, apesar de que em alguns momentos poderia-se explora-los um tiquinho mais, + Okey =]

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Devar em 20th Dezembro 2010, 12:47 am

eu percebi um pouco disso... pra falar a verdade, eu já tenho alguns caminhos e momentos muito legais para a história( música ajuda muito o processo criativo, tanto que eu imaginei o final antes do começo), mas até pouco tempo eu não tinha pensado muito sobre as personalidades... o cap. 2 já está em andamento e eu ainda estou brincando um pouco com os personagens, definindo as personalidades etc. qualquer exagero no 2º é proposital, eu ainda não descobri como escrever com esses 3... mas fora isso valeu pela crítica, foi muito construtiva Wink

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Cloud Strife em 20th Dezembro 2010, 3:46 am

Não há de quê. E lembre-se que personalidade também é importante, afinal, com elas pode-se desenvolver humor, as tramas, aprofundar os sentimentos dos personagens deixando a Fic mais interessante e certas vezes criando situações que só seriam possíveis graças aquelas características dos personagens.

Olha só One Piece e as personalidades dos protagonistas e personagens pra ver que efeito tem. Já pensou em um Luffy de inteligência média, um Zoro que não se perde, um Sanji não alucinado por mulheres, um Franky não ''Tarado'', um Usopp que não mente e assim por diante, como seria chato, intedioso e desinteressante?Pois é, personalidades são importantes. =]

E até eu tenho minhas dificuldades para com isso, sei bem como não é tão fácil =/, mas quando enfim tem-se personalidades que se encaixam e transcorrem-se naturalmente na história começa a ficar fácil =D

P.S.- Também gosto de escrever ouvindo música *0*!Pelos mesmo motivos!!Ainda mais se a música combinar com o momento da história, momentos felizes: Músicas alegres; momentos tristes: Músicas tristes; momentos de raiva: músicas explosivas!; momentos assustadores: música assustadora ou de certa forma sinistra ou que desperta certos sentimento para com a noite e escuridão; E assim vai =]~~

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por KidBoo em 20th Dezembro 2010, 10:51 am

História interessante, descrição boa, personagens vou ter que esperar o Cap 2. Só uma coisa, está escrevendo direto no fórum ou no Word?

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Devar em 20th Dezembro 2010, 11:03 pm

Ok, Cap. 2 aqui! tentei desenvolver e definir um pouco mais traços de personalidade, e acho que as batalhas ficaram num bom nível Very Happy
P.S. Boo, o primeiro foi escrito no post, o segundo já vem do word, mas por formatação eu editei levemente no post o espaçamento.

Capítulo 2: Quem pegar primeiro, ganha!

- Will! Acorda! WILL!!
- O que...?

Alguém chamava Will do lado de fora da casa, batendo em sua janela. Ele olhou e viu Danny, vestido e pronto, com Tyrogue ao seu lado. Usava uma camisa azul-marinho de mangas longas e um jeans branco. Seus sapatos eram igualmente azuis. Tudo isso contrastava com seus cabelos louros e olhos azuis.

- Vamos logo, ficamos de encontrar a Jill na entrada da cidade!
- Desculpa, não acordei na hora...

Will lentamente começou a se vestir. Colocou seu jeans preto, uma camisa branca e seu casaco favorito, amarelo com duas listras pretas logo abaixo dos ombros, e deixou-o aberto. Calçou seus tênis, pegou Crunch, dentro da pokébola e algumas extras, para capturar algum Pokémon no caminho. Ao atravessar a porta, sentiu-se animado com a perspectiva de sair numa aventura, por menor que parecesse.

- Pronta, princesa? – Indagou Danny, brincando.
- Quieto, Bozo. – Retrucou Will.
- Tá, hehe... Vamos, a Jill já deve estar lá.

Os dois andaram durante alguns minutos até chegarem na entrada da cidade, onde Jill os esperava. Seu cabelo estava preso num rabo-de-cavalo, Ela usava uma saia branca e uma camisa de botões roxa, com as mangas enroladas. Will sentiu seu estômago revirar, mas ignorou a sensação.

- Prontos, vocês dois?
- Claro. Ah, escutem! Ontem meu avô disse que poderiamos procurar o Líder do ginásio de Ecruteak. O nome dele é Morty, e parece que ele pode nos ajudar a treinar.
- Que beleza! Aposto que um Líder pode nos ensinar muita coisa!
- Calma, Danny. Vamos pensar em achar Gile primeiro! Não é, Will?
- É, mas... Um Líder é um treinador de outro nível, não dá pra perder uma oportunidade dessas!
- Meninos... Ha! O velho sonho do Mestre Pokémon! – Respondeu Jill, desdenhosa.

Os três começaram a andar em direção à rota 42, ao pés do Monte Mortar, com pequenas entradas para suas cavernas subterrâneas. Will se sentiu inspirado e confiante ao ver os Pokémons selvagens às margens de um lago. Lembrou-se de quando capturou Crunch e pensou consigo “Quando isso acabar vou sair numa jornada com o Crunch. Vamos ser fortes!”. Após trinta minutos de caminhada, eles se achavam às portas de Ecruteak.

- Vejam meninos! Aquela torre é gigante!
Jill apontava para uma torre altíssima, que eles haviam avistado na metade do caminho, mas só agora conseguiam medir claramente.
- Eu já ouvi falar dela... – Falou Danny. - Dizem que um Pokémon lendário vive nessa torre, e que ele é uma espécie de guardião.
- Imagine chegar lá em cima! Talvez dê para ver toda Johto! – disse Will, olhando para a torre.
Dentro da cidade, eles se dirigiram ao centro Pokémon, em busca de informações. A enfermeira Joy indicou o ginásio ao sudoeste da cidade, onde Morty provavelmente estaria. Sem demora, os três foram até lá, apenas para encontrar um monge à porta.
- Com licença, senhor. Nós estamos procurando Morty, o Líder do ginásio. Pode nos dizer onde ele está? – Perguntou Will.
- Morty saiu pela manhã, mas é possível que ele esteja na Burned Tower, pesquisando. Se quiserem achá-lo vão em direção ao norte, em alguns minutos devem chegar lá.
- Esse cara... – Disse Danny, enquanto andavam em direção às ruínas da torre. – É melhor que tenha boas dicas para ficarmos procurando desse jeito.
- Relaxe, ele vai aparecer. – Retrucou Will.
- Eu estava pensando... – Disse Jill. – Já que vamos treinar com o Morty podiamos capturar alguns pokémons novos!
- Claro! Vamos perguntar onde podemos achar Pokémons legais por aqui! – Respondeu Danny, animado.
- Chegamos! Nossa... Parece que vai cair aos pedaços.

Will estava certo. À frente deles estava uma torre reduzida a um quinto da torre gigante, parcialmente queimada e em ruínas, apesar de uma pequena parte da entrada estar intacta. Will, Danny e Jill subiram os degraus que levavam à porta e entraram na torre.

- Que sujeira!
- São cinzas, Jill. – Respondeu Will.
- Será que ele está aqui? Morty?!

A voz de Danny ecoou pela torre, e para a surpresa deles, houve uma resposta, mas não a que esperavam:

- Voltem aqui, seus criminosos! Haunter, Shadow Punch!

Ouviram gritos e grunhidos de Pokémons. Logo, vinham dois homens, usando uniformes pretos e quepes, com um grande “R” vermelho no peito. Ao avistarem os garotos, disseram:

- Vamos usar essas crianças como reféns e dar o fora! Jonas e Mike que se virem contra aquele cara!
- Reféns?! Eu acho que não! Tyrogue, vai! – Danny lançou sua pokébola, libertando Tyrogue. – Vamos galera!
- Crunch, vamos!
- Swinub, saia!
- Will, ele falou algo sobre mais alguém aqui, temos que ajudá-lo!
- Vai dar tempo, Danny? Ele pode estar em perigo!
- Ele tem razão, Danny! Will, vai na frente, nós cuidamos desses caras! – Replicou Jill.

Os homens estavam acompanhados de Zubats, e Will contornou a bataha com Crunch, aos gritos de “Powder Snow” e “Wing Attack”. Will apressou-se e achou uma escadaria, levando ao subsolo da torre. Ao descer, viu um rapaz cercado por dois homens com os mesmos uniformes, lutando em desvantagem ao lado de um Haunter.

- Garoto, saia! Aqui é perigoso!
- Eu vim ajudá-lo! Crunch, Water Gun!

Crunch cuspiu um jato d’água em direção a um Drowzee, que foi jogado metros para longe. Aproveitando, o rapaz comandou:

- Haunter, Shadow Punch!

A mão fantasmagórica do Haunter foi envolvida por uma aura negra, e ele se lançou contra o Drowzee caído, socando-o no estômago, abrindo uma cratera no chão, e lá ele ficou. O segundo homem contra-atacou:

- Ekans, Bind!

O Ekans se deslocou rapidamente em direção a Crunch e se enrolou em volta dele, apertando-o.

- Crunch, não! Rage! Quando ele afrouxar, saia daí!
-...? – o rapaz permaneceu imóvel, e não ajudou Crunch.

Crunch começou a rosnar e cerrar os dentes, tentando se livrar da constrição. Quando suas veias saltaram e seus músculos expandiram, ele pôde se livrar do aperto da cobra, e no mesmo instante Will comandou:

-Bite, agora!

Crunch cravou suas mandíbulas na cauda do Ekans, arrancando o chocalho que este possuía. Sibilando de dor e deixando um rastro de sangue, o Pokémon se retraiu e voltou para seu treinador, que o colocou na Pokébola.

- Seu...! Jonas, vamos embora!

Os dois homens bateram em retirada, xingando. O rapaz se aproximou de Will.

- Ótimo! Você e seu Totodile trabalham bem juntos.
- E você!? Por quê não ajudou quando o Crunch ficou preso? – Perguntou Will, enraivecido.
- Me desculpe. Eu queria avaliar sua força, não foi por mal.
- É melhor que sim... Afinal, o que aconteceu aqui?
- Eles eram da Equipe Rocket. Estavam bisbilhotando o santuário.

A notícia se abateu sobre Will com um jorro de adrenalina. Eles derrotaram a Equipe Rocket!

- S-santuário?
- Ali. – Disse o homem, apontando.

Abaixo deles, depois de um declive, Will podia ver três rochas, como lápides lado a lado.

- Ali está uma homenagem aos Pokémons que morreram quando está torre caiu. Por serem inocentes, receberam uma recompensa, e se transformaram nos lendários Entei, Raikou e Suicune.
- O que a Equipe Rocket poderia querer com isso?
- Não sei. Isso ainda vamos descobrir. À propósito, meu nome é Morty.
- Morty? Então é você que estávamos procurando! Meu nome é Will!
- É o neto do Pryce? Ele me falou que você viria me procurar.
- Sim. Vamos, meus amigos estão lá em cima.

Quando subiram, encontraram Jill e Danny discutindo, animados:

- Admita, Danny, eu salvei você!
- Claro que não! O Tyrogue podia ter acabado com eles!
- Antes ou depois do Zubat dar um surra nele?
- Você só teve sorte, Pokémons de Gelo ganham dos Voadores!
- Ei, vocês dois! – Chamou Will. – Achei ele!
- Você é o Morty?
- Sou. Pryce me disse que precisavam de mim para treinar, mas do jeito que derrotaram esses Rockets, acho que não posso ensinar muita coisa em batalhas. Existe algo específico que vocês queiram saber?

Jill logo contou que eles não possuíam muitos Pokémons, e Morty prontamente sugeriu que procurassem nos arredores da cidade.

- Claro, existem Pokémons aqui na torre, caso queiram procurar.
- Eu quero. Fiquei curioso com o santuário. – Disse Will
- Vou procurar onde você sugeriu, Morty. Rota 37, ao sul. – Apontou Danny no mapa.
- E eu, na rota 38! É onde capturam Miltanks para a fazenda leiteira, certo? São vaquinhas tão fofas!
- Ok! Em uma hora, quem voltar para o ginásio primeiro ganha!
- Ganha o que, Danny? – Indagou Will.
- Isso.

Morty procurou entre as ruínas e voltou com um pequeno pedaço de carvão.

- Esse pequeno carvão torna os ataques de Pokémons de fogo mais poderosos e eficientes.
- Aí uma coisa que não sabíamos. – Brincou Will.

Jill, Danny e Morty saíram da torre, deixando Will sozinho com seus pensamentos. Sem pensar, ele voltou a descer as escadas. No subsolo, ele procurou uma maneira segura de descer o declive, e achou degraus de pedra. No meio, as três lápides pareciam emanar uma aura de poder. Ele se aproximou e pode distinguir símbolos esculpidos na rocha. Lembravam levemente letras, apesar de terem pequenos círculos que as diferenciavam do alfabeto.

- Que símbolos estranhos... O que significam?

Will estendeu a mão para tocar na lápide, mas foi interrompido por um chiado. Olhou para a esquerda e viu um Pokémon pequeno e vermelho, com uma cabeça cheia de calombos e um bico amarelado, o encarando. Imediatamente ele apontou a Pokédex para a criatura.

- Magby... Gostei, vai ser você. Crunch, vai!
- Mag?
- Agora, Water Gun!

Crunch lançou seu jato d’água, mas o pequeno Magby desviou e cuspiu uma cortina de fumaça em cima de Will, que não conseguia ver a mais de um palmo à sua frente.

- Droga... Crunch, silêncio. Vamos esperar ele se mexer.

Will passou a respirar lentamente, olhando para a esquerda e para a direita. Após alguns segundos ele sentiu uma brisa perto da sua coxa e gritou para Crunch, à sua frente:

- Atrás de você! Scary Face!

Crunch virou-se, dentes arreganhados, um olhar ávido. Magby, que estava à menos de um metro de distância, estancou. Por um momento, ele ficou paralisado, o que foi suficiente para Will reagir:

- Water Gun!

Crunch acertou à queima-roupa e o Magby foi jogado longe. Will imediatamente jogou uma pokébola, sua luz vermelha capturando Magby e o prendendo. Após alguns segundos pulando, ela parou. Ao pegá-la do chão, Will sussurrou para a pokébola:

- Você é esperto... Acho que vamos no dar bem. Vou chamar você de Mag.

Quinze minutos depois, Will saiu da torre e se dirigiu para o ginásio. Quando chegou lá, encontrou Danny.

- Essa foi por pouco! Cheguei há menos de um minuto! Olha só!

Ele soltou uma pokébola no chão, e de lá saiu um Growlithe. Ele latiu ao ver Will, que soltou Mag. Arfando e babando, o Growlithe farejou o Pokémon de Will, que ainda parecia um pouco abatido depois da batalha e permaneceu sentado.

- Puxa, que cabeção! – Riu Danny.
- Esse baixinho é mais forte do que parece. Veja o que a Pokedéx diz: Temperatura interna de 530ºC!
- Impressionante! Vamos atrás do pedaço de carvão que o Morty prometeu.

Juntos, eles esperaram mais vinte minutos, até Jill voltar.

- Nossa, foi quase impossível, mas eu consegui encontrar! Miltanks são raras, sabiam? – Reclamou Jill
- Vamos, Jill. Morty disse que podemos nos hospedar no centro Pokémon. No meio tempo, nós tratamos os Pokémons. – Disse Will. – Amanhã temos que ir para Olivine e achar Gile.

Voltaram para o centro, desejosos por descanso e determinados a descobrir a verdade sobre a mensagem.



Ok, foi! comentem, por favor! pra mim, o desenvolvimento ficou satisfatório, mas gostaria de saber a opinião de vocês Smile
Estou antecipando uma observação, mas responderei se alguém achar relevante falar.

Edit: Ah claro, as decrições no começo são para vocês poderem imaginar com mais precisão os personagens, acho que não precisará acontecer de novo para os principais!
A temperatura corporal de um Magby consta na pokedex da SS, apenas converti a temperatura para celsius

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Re: Pokémon - Conspiracy

Mensagem por Devar em 22nd Dezembro 2010, 2:53 am

Ok galera, episódio 3 aqui! por alguma razão eu fiquei inspirado enquanto escrevia, o que me ajudou a escrever, pois eu não sabia qual seriam os detalhes deste capítulo. Novamente, pessoal! Comentem, eu vi algumas visualizações a mais, mas nenhum comentário no segundo capítulo, o que me deixou um pouco impaciente, por isso escrevi logo o 3º. bounce Comentar é bom, e ajuda a fic Smile

Capítulo 3: Os olhos brilhantes

- Então, onde ele está? – Indagou Danny.
- Morty disse que ele passa a maior parte do tempo no farol. O que ele faz lá, eu não sei. – Respondeu Will.

Will, Danny e Jill desciam uma colina, seguindo ao sul na rota 39, logo após a fazenda leiteira de Miltanks. Motivados e cada um com um novo Pokémon, eles partiram de Ecruteak pela manhã. O sol já estava alto no céu, e Will começava a sentir fome.

- O que vocês acham que vamos descobrir da mensagem, meninos?
- Acho que o mais importante agora é achar o destinatário dela, ele vai entender melhor o conteúdo. É melhor partir daí. – Explicou Will.
- Vejam, o farol! Chegamos! – Apontou Danny.

No fim da descida estava Olivine. Era uma cidade costeira, em descida para o mar. Às margens, estava o farol. Ao passar pelo ginásio, Will não pôde deixar de pensar como seria viajar em busca das insígnias, e teve vontade de fazê-lo. Eles continuaram a descer, e encontraram a entrada do farol. Subiram as escadarias e e quando entraram, viram dois possíveis caminhos.

- Escadas ou elevador? – Indagou Danny.
- O elevador está bloqueado, sinto muito. – Informou um funcionário do farol, usando um capacete.
- Nós precisamos falar com Gile, você o conhece?
- Gile? Nunca ouvi falar. – Respondeu o homem, displicente.
- Mesmo? Nos disseram que ele estaria aqui. Temos uma mensagem. – Disse Will, erguendo o disco. – Achamos que ele pode...
- Abaixe ISSO, garoto! Droga... Droga...! O que vocês querem?!
- Falar com ele. – Disse Jill cruzando os braços, séria. – Você sabe de algo, não sabe?
- Sei! EU sou Gile, garota! E agora que me acharam vou ter que fugir novamente! Digam-me, quanto querem para ficarem de boca fechada?
- Nada, não queremos lhe fazer mal! – Replicou Danny. – Queremos que você explique esta mensagem!
- Dê-me isso, garoto! – Ele tomou o disco das mãos de Will. – Venham, vamos subir!

Eles foram até a porta do elevador e Gile passou um cartão no painel. Imediatamente a ela se abriu e eles entraram. Lá dentro, ele tirou o capacete. Seu rosto era, apesar de jovem, cansado e estressado. Tinha cachos castanhos que pareciam não ser cortados há algum tempo, e sua barba estava por fazer.

- Como encontraram essa mensagem? Onde está Lance?
- Não sabemos. Um Dragonite caiu do céu, ferido, e estava carregando o disco. – Respondeu Will. – Queremos entregar essa mensagem.
- Aquele imbecil... Eu disse que era perigoso, mas ele não me ouviu! Eu mandei ele esperar! Onde acharam o Dragonite?
- Lago da Fúria. – Respondeu Danny.
- Isso é mal... – Respondeu Gile ao sair do elevador. – Isso significa que não chegou à Blackthorn...
- Blackthorn? O destino dela era Blackthorn? – Perguntou Will.
- Venham, eu tenho que explicar algumas coisas.

No topo do farol, eles encontraram um laboratório. Haviam mesas atoladas de circuitos e ferramentas. Num canto, uma pilha de pokébolas destruídas. Em cima da mesa, algumas pokébolas abertas, e outras intactas. Gile colocou o disco no computador e a mensagem tocou novamente. Quando terminou, ele respirou fundo e continuou:

- Vamos do começo. Aquele na mensagem era Lance, e ele pretendia mandá-la para Clair, a líder do ginásio de Blackthorn.
- O que a mensagem diz? – Interrompeu-o Jill
- Quieta, e me deixe terminar! Vocês conhecem a PokéPlanet, não conhecem? Eu já trabalhei lá. Saí quando descobri o que estava acontecendo. Sabem, a Equipe Rocket é uma organização que visa o lucro em cima da exploração dos Pokémons. Ao longo dos anos isso rendeu muito dinheiro, e no ano passado, eu descobri que eles estavam comprando cada vez mais ações da PokéPlanet. Quando tinham controle, eles quiseram me contratar para um projeto secreto.
- Por que você? – Indagou Will.
- Porque eu sou um maldito gênio, garoto. Continuando, eu recusei, e desde então, estão tentando me matar. Apesar de tudo, recusar foi inútil, pois eles conseguiram.
- O que queriam que você fizesse?
- Um dispositivo. Ele sincroniza as sinapses cerebrais do Pokémon com a transmissão e controla suas ações. Quando descobri que os haviam implantado, comecei a pesquisar uma maneira de anular seus efeitos. Até agora estão inativas, mas tenho medo do que poderão fazer. Felizmente eu consegui, mas é inviável. É um processo manual, não tem como eu fazê-lo em larga escala.
- Quer dizer que eles podem controlar nossos Pokémons também? – Perguntou Danny, tenso.
- Ah, isso me lembrou: Se vocês forem entrar nessa confusão, me dêem todas as suas pokébolas, eu vou desativar os circuitos. Antes, eu quero que vejam os efeitos que o controle tem para poderem distingui-lo.

Gile foi até a mesa e pegou uma pokébola. Jogou-a no chão e de lá saiu um Eevee.

- Twee?

Ele se aproximou de Will, farejando. Will estendeu a mão, ouvindo Gile murmurar algo sobre o computador.

- Isolar a transmissão... Pronto, aqui vai!

Os olhos negros do Eevee, de repente tiveram as pupilas dilatadas, e se tornaram um azul brilhante. Ele então começou a rosnar.

- Weeeh!!

Investindo contra Will, deu uma cabeçada na boca de seu estômago, que o fez cair, sem fôlego e com ânsias de vomitar. Jill e Danny foram ao seu auxílio, enquanto os olhos do Eevee escureciam novamente. Ao ver o que tinha feito, ele se aproximou de Will e afagou sua cabeça com seu colar de pelos.

- Perdoe-me. – Disse Gile, entre divertido e preocupado. – Mas todos os comandos possíveis para serem transmitidos são agressivos, e é isso que me preocupa. Eevee, volte.

Ele apontou a pokébola para o Pokémon, mas este choramingou e se escondeu atrás de Will.

- Parece que ele não quer entrar. - Disse Will. – Ele está com medo da pokébola, não é?
- Está. Acho que ele já serviu de cobaia por muito tempo, melhor me desfazer dele. Você não o quer, garoto? Ele parece ter gostado de você.
- Sério? - Perguntou Will, incrédulo.

Will olhou para o pequeno Eevee, seus grandes olhos negros o fuzilando, como que pedindo algo.

- Você quer vir com a gente, Eevee? –Perguntou Will, sorrindo.
- Tweeeeh! – Respondeu o Pokémon, com vontade.
- Que lindo, Will! Ele é tão pequenino! – Disse Jill. – Como você vai chamá-lo?
- É verdade, você sempre dá apelidos para os seus Pokémons! – Concordou Danny.
- Apelido... – Ponderou Will, encarando os olhos do Eevee. – Negros como a noite, carinha... Você vai ser Dusk!
- Que lindo, crianças! – Interrompeu Gile, impaciente. – Agora vamos ao que interessa! Vou desarmar suas pokébolas, mas vocês farão o seguinte: Irão o mais cedo possível para Blackthorn e acharão Clair! Depois de acharem ela, vão atrás de Lance, ele sabe demais pra ficar preso! No fim, se tudo der certo, nós poderemos ver isso chegar a um fim!

Eles passaram a próxima hora acompanhando Gile enquanto ele trabalhava. Will estava pensando: Gile não era o homem mais agradável do mundo, mas ele tinha sido útil. Apesar de tudo, ele parecia tentar fazer a coisa certa, apesar de não saber como. Parecia ser algo que ele não fazia com frequência.

- Isso é tudo! – Declarou Gile. – Agora vão embora, vocês tem que se apressar! Enquanto isso, eu vou arrumar minhas coisas e sair de Olivine. Temo que agora eles me encontrarão. Ao menos, eu tenho todos os dados de que preciso.

Algo quebrou a conversa. A porta do elevador se abriu, e com ela, três membros da Equipe Rocket entraram atacando:

- Murkrow, Whirlwind! – Comandou uma voz feminina.

O Murkrow adentrou o recinto batendo fortemente as asas, espalhando papéis e virando as mesas, enquanto dois Koffings jogavam ácido em todos os lugares.

- Minha pesquisa, vão destruir minha pesquisa! – Bradou Gile.
- Não se depender de nós. Dusk, Quick Attack! – Comandou Will ao jogar sua pokébola, seguido por Jill e Danny.

- Tyrogue, Fake Out!
- Swinub, Icy Wind!

Tyrogue foi o primeiro a acertar. Ele socou com força um Koffing, danificando sua casca, que ficou amassada. Dusk acertou o outro com sua investida, e Swinub soprou na direção do Murkrow. As janelas congelaram e o Pokémon desceu para o chão, tremendo.

- Murkrow, reaja! – Gritou a mulher, mas o Murkrow não conseguia voar.
- Koffing, Smog!
- Koffing, Tackle!

Um Koffing lançou o gás venenoso, enquanto o outro investiu contra Dusk, que levou o golpe em cheio e foi lançado longe. Com dificuldade para respirar, Danny bradou:

- Tyrogue, Low Kick! Acabe com o Murkrow!
- Swinub, Icy Wind, expulse o gás!

Tyrogue investiu contra o pássaro e o jogou longe, já desacordado. Enquanto isso, o gás se dispersava, e um dos Koffings fraquejava no frio. Will aproveitou:

- Dusk, acabe com ele! Quick Attack!
- Tyrogue, Low Kick!

Dusk correu, tomando velocidade e golpeando o Koffing com força total, e enquanto este caia desacordado, o outro foi chutado para cima como uma bola por Tyrogue. Logo os três estavam sendo recolhidos pelos treinadores, e a mulher, de dentro do elevador falou:

- Ainda Vão ouvir de nós! Meu nome é Ariana, Gile, e vamos pegar você!
- Isso! Fujam mesmo... Hã? – Danny foi interrompido.

Tyrogue, que havia se ajoelhado foi subitamente encobrido por uma luz branca, e sua silhueta ficou diferente: ficou mais alto, sua cabeça se expandiu para os lados e um grande chifre brotou do meio dela. Quando a luz desapareceu, um novo Pokémon ali se encontrava.

- Hitmon-TOP! – Bradou o Pokémon, virando-se para Danny, que ergueu a Pokedéx.
- Hitmontop... Não acredito... Ele EVOLUIU!
- Nossa! Ele é incrível, Danny! – Exclamou Will.
- Gile, tudo bem com você? – Lembrou-se Jill.
- Meu trabalho... Todo o meu trabalho! Vai levar semanas para recuperar tudo!

Os computadores tinham sido quebrados e os papéis corroídos pelo ácido dos Koffings.

- Gile, tudo bem! Nossos Pokémons estão livres disso, lembra? você desativou o chip!
- Eu sei! Só que agora eu não posso aumentar a escala do processo! Que droga!! Pelo visto... Vocês estão sozinhos nessa, crianças...!

Os três ficaram tensos ao som dessa frase. À qualquer momento, todos os Pokémons capturados poderiam se tornar escravos da Equipe Rocket. Não podiam deixar isso acontecer. Will, Danny, Jill e Gile descerm o elevador e levaram Gile até o porto.

- Eu vou para Kanto. Talvez lá eu possa me esconder por tempo suficiente. Por enquanto deixo isso nas mãos de vocês. – Disse Gile, ao embarcar no navio.

Ao ver o barco partir, Will começou a relaxar, e se deu conta de que estava faminto. Como não haviam almoçado, ele sugeriu que comessem num restaurante próximo ao porto. Durante a refeição, Will sentia uma certa inquietação que não sabia explicar, e que portanto ignorou. Queria compartilhar da animação de Danny como Jill fazia, mas não conseguiu.
Durante a noite, no centro Pokémon, o seu sonho foi interrompido, por algo tão rápido que ele achou que fosse uma ilusão. Ele viu os símbolo da lápide na Burned Tower, mas agora não eram símbolos. Eram criatura em forma de letra, e os círculos eram olhos. Eles o rodeavam, e com um flash de luz verde, ele ouviu uma voz, clara e poderosa, que dizia:

- Venha até mim.

Will acordou, suando. Podia pensar que foi um sonho, mas por que parecia tão real? Ele olhou para o lado. Danny dormia, imperturbável. Decidiu fazer o mesmo. Ainda teriam uma longa jornada até Blackthorn.


Pequena Quiz:
Em que você acha que o Dusk vai evoluir?

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