The Wrong Path Pekemon uma hhistoria diferente

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The Wrong Path Pekemon uma hhistoria diferente

Mensagem por Lucario_The_Legend em 5th Agosto 2009, 7:17 pm

Ola sou novo aqui , mas ja vou apresentando minha fic xD Smile


Toda fanfic fala sobre garotos ou pokémons que saem em suas jornadas para conquistar um objetivo, para salvar o mundo, para ganhar a liga pokémon, são várias, mas partem sempre do mesmo princípio: o bem. Mas...e se alguém fizesse a história ao contrário? Contasse como as pessoas que estão do lado do mal participam dessas histórias? Elas estão do lado do mal...mas não teria um motivo por trás disso? Tentando inovar, apresento à vocês o meu novo projeto de fanfic, que postarei uma vez por semana: Pokémon: The Wrong Path!
Ela contará a história de um garoto de 15 anos, Nathaniel Wegils, ou apenas Nate, filho de Ocean Wegils, ex-líder da elite dos quatro, e de Matthew Wegils, outro ex-membro da mesma elite. Òrfão desde os 9 anos, quando sua casa foi atacada, foi enviado à um orfanato, aonde se tornou uma pessoa totalmente diferente do que era, e agora fará de tudo para achar os assassinos de seus pais (aceito qualquer tipo de dicas e sugestões para colocar na história). nossa, que textinho mais perfeito *-* Mas aqui vai o prólogo, digam o que acham:

Pokémon: The Wrong Path - O Prólogo

Era uma noite de sábado qualquer em Slateport, Hoenn. Lua cheia, nenhuma nuvem no céu, e as estrelas brilhantes como poucas vezes se vê. Nate estava deitado no gramado de sua imensa casa, lendo sobre pokémon, fazendo sua lição de casa, e observando as estrelas ao lado de seu único pokémon, dado por seus pais, Shuppet, ou como Nate o chamava, Petti. Nate era um garoto muito inteligente, e vivia lendo e aprendendo sobre pokémon, o quanto podia. Era alto, moreno e tinha olhos muito escuros, o que, quando olhando para sua família, obviamente se percebe que herdou de sua mãe. Ele morava sozinho com os pais, Ocean, que era muito morena e tinha olhos da mesma cor de seus cabelos, e Matthew Wegils, que era alto e possuía cabelos muito azuis, ambos da elite dos quatro de seu continente. Devido à posição de seus pais, viviam uma próspera vida, apesar dos inúmero inimigos e desafiantes que batiam a porta de sua casa diariamente, mas que era facilmente mandando embora.
- Nate, venha jantar! – gritava sua mãe da janela.
- Pera ai mãe! Deixa a gente acabar de ler sobre os pokémons noturnos, to me interessando!
- A gente? Quem tá ai com você?
- O Petti né!? Quem mais?
- Nathaniel Wegils, olha como fala com sua mãe! – gritou seu pai, que estava na porta de casa, esperando seu Noctowl voltar com a mensagem de um de seus amigos.
Foi quando Petti começou a se agitar.
- Shuppet! Shuppet! – gritava ele, olhando para o céu.
- O que foi Petti? – disse Nate, preocupado.
Foi quando ele percebeu o que causou aquilo em seu pequeno pokémon. Vinda do céu, uma imensa e estranha máquina se aproximava, iluminando todo o imenso gramado da casa em que a família Wegils vivia. Ao ver aquilo, Matthew, o pai de Nate, se desesperou:
- Filho, rápido, pegue o Petti e se esconda embaixo do sofá. Querida, eles estão aqui!
- Mas...como? Como eles descobriram aonde nós morávamos? – perguntou minha mãe, com o pânico evidente em seu rosto.
Ao ouvir a conversa que seus pais estavam tendo, Nate entrou correndo em casa, no mesmo momento em que aquela máquina pousou bem aonde eles estava sentado. Parecia um imenso helicóptero, com duas hélices, e metralhadoras preparadas para serem usadas em sua parte lateral. Dezenas de homens vestidos com capas pretas saíram de lá, e ao verem aquela cena, o Senhor e a Senhora Wegils saíram de casa, e uma discussão se armou. Nate estava escondido aonde seu pai havia mandado, embaixo do sofá, de onde ouvia barulhos de pokémons saindo de suas pokébolas e de gritos e palavrões incessantes. Resolveu colocar sua cabeça na janela, para ver o que acontecia naquela noite tão maravilhosa que se tornaria a mais obscura de sua vida. A cena que viu realmente o chocou: seus pais lutavam com uns doze homens e mulheres, todos usando pokémons totalmente diferentes, mas todos insetos. Seus pais eram treinadores extremamente experientes e poderosos, mas pareciam estar perdendo humilhantemente para aquelas pessoas estranhas.
- Scizor, use o Metal Claw! – disse um dos encapuzados à seu pokémon grande e de uma cor vermelho metálico, que estava em sua frente.
As garras do pokémon ganharam um estranho brilho metálico, ele correu para cima do único pokémon que estava entre os dois, um Walrein, que já estava altamente debilitado, e o acertou com um arranhão poderoso, lançando-o contra a parede da casa.
- Nós avisamos para não se meterem com a gente, insolentes! – disse um dos encapuzados, tomando a frente e tirando seu capuz. Ele era incrivelmente estranho: cabelos azuis espetados com tons de roxo nas pontas, olhos brancos, muito brancos, o que o fazia parecer estar usando lentes de contato.
Os dois continuaram quietos, sem dizer uma palavra, estáticos.
- Não vão dizer nada, é? Agora vocês terão o que merecem! – disse o homem, puxando um revólver.
- Mamãe, papai, não! – disse Nate, pulando a janela. – Petti, use o Shadow Ball naquele homem!
Petti começou a juntar toda a escuridão que os rodeava e a transformando em uma esfera, que ele rapidamente lançou sobre aquele homem que ameaçava os pais de seu treinador. O golpe o acertou em cheio.
- Ora, ora, ora...o que temos aqui? O insolentezinho da família, é? – disse ele, olhando para Nate e seus pais alternadamente, com ar de superioridade.
- O que você fará, chefe? – perguntou um dos encapuzados.
- Não sei...mas eu posso fazer o que eu quiser, certo? – disse o “chefe”, gargalhando. – Vou acabar com o pequeno primeiro, ele não será problema.
Ao dizer isso, ele levantou seu revólver, apontando-o para a direção aonde Nate estava. O garoto estava paralisado, sem reação, não sabia o que fazer.
- Por favor, faça o que quiser, mas não atire no meu filho! – sua mãe finalmente resolveu falar, chorando muito.
- Tudo mesmo? – dizendo isso, ele levantou o revólver, e um enorme estrondo foi ouvido. Ele havia atirado em Ocean.
- Mamãaaae! – gritou Nate.
- Seu idiota! Olhe o que você fez! Você vai pagar! – o pai de Nate finalmente resolveu falar também.
Matthew correu em direção ao homem misterioso, com uma expressão de ódio que Nate jamais esquecerá.
- Você está louco, Matt? Mas já que é assim... – ele levantou o revólver novamente, e puxou o gatilho. Matthew também estava morto.
- Papai! Papai, acorda! – gritava o garotinho ao lado do corpo de seu pai, desesperado.
- Vamos embora. – disse o homem, friamente.
- Mas e o garoto, chefe Sean? – questionou uma das mulheres encapuzadas.
- Deixe ele, ele sofrerá mais com a vida do que a morte. – respondeu, olhando com nojo para Nate, e subindo em seu helicóptero, aonde todos os outros encapuzados o aguardavam.
- Mamãe...Papai...Vocês vão pagar! Vocês estão ouvindo? Eu e Petti vamos achar vocês, e vocês vão sofrer! – gritava Nate, chorando como nunca, ao lado do corpo de seus pais, enquanto o helicóptero partia, mas o barulho era tanto, que era difícil ouvir o que o garoto gritava.
Ele se aconchegou entre seus pais, e abraçou Petti, deitado no gramado florido e cheio de arbustos onde a batalha da vida de seus pais havia acontecido, com uma expressão que misturava tristeza e ódio, e dormiu, dormiu como um bebê, um bebê que agora teria que crescer.




Bom depois dos comentarios eu vou ançar meu primeiro episodio xD
pirat

Comentem Plzzzzzz

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Re: The Wrong Path Pekemon uma hhistoria diferente

Mensagem por Lucario_The_Legend em 5th Agosto 2009, 8:33 pm

ninguém comentou nem nada...mas aqui vai, o primeiro capitulo! ( nao considere doble-post)

Capítulo 1- O frio, calculista, e arrogante Nate.

E agora vamos à final da TPAS – Taça Pokémon Anual de Slateport! Novamente se enfrentando no ginásio da cidade, com um grande público de 5000 pessoas assistindo, do lado esquerdo...Trooooooy Jonhson! E do lado direito, o garoto que duvido que vocês tenham algum dia esquecido...Naaaaaaaaaate Wegils! – gritava uma mulher, baixa, loira, e de cabelos encaracolados com um microfone na mão, no meio de um enorme ginásio de batalha comum, com piso de madeira, lotadíssimo. Duas pessoas na platéia eram especiais, assistiam aquela luta para observar apenas uma pessoa:

- É ele quem tá na final, então? – perguntou uma mulher alta, magra, de cabelos loiros e olhos negros, olhando para o homem ao seu lado.

- Sim...agora veremos o verdadeiro potencial dele. Já vai começar! – respondeu o homem, baixo, relativamente forte, de cabelos negros e olhos azuis.

A apresentadora da batalha que estava no centro do ginásio saiu para uma das laterais, e nas duas pontas da arena, dois garotos surgiram. No lado esquerdo estava parado um garoto de estatura normal, cabelos avermelhados e usando roupas sociais, um jeito extremamente estranho para um jovem se vestir. Do lado direito, surgiu um garoto irreconhecível: Nate Wegils estava loiro, alto, usando roupas justas, aparentando ser muito musculoso, e com uma expressão arrogante em sua face, com um sorrisinho no canto do rosto.

- Ambos poderão usar quatro pokémons cada, quando todos de um mesmo treinador forem derrotados, a luta acaba. Prontos? Comecem! – disse a mulher novamente, autorizando o início da batalha.

- Dessa vez eu vou acabar com você! – gritou Troy. – Vai, Gabite!

Troy lançou sua pokébola ao alto, e quando ela tocou o chão, um pokémon que misturava dragão com tubarão saiu de lá.

- Ok, ok, que seja! – disse Nate, com desgosto, sem demonstrar emoção nenhuma. – Petti, como sempre, vai.

Da pokébola que ele lançou à arena saiu um pequeno pokémon negro, com uma espécie de zíper em sua boca: um Banette.

- Esse monstrinho ai de novo? Vamos, Gabite, vai ser fácil! Use o Dragon Claw!

As garras de Gabite ganharam um maravilhoso brilho azulado, e o próprio correu em direção ao Banette, ainda parado em frente à Nate.

Quando os dois pokémons estavam prestes a colidir, Nate abriu a boca e sussurrou:

- Petti, pule e use o Sucker Punch.

Banette desapareceu como uma sombra, e fez Gabite acertar o ar. Quando o pokémon dragão percebeu o que havia acontecido, as mãos negras de Petti já haviam lhe acertado um poderoso soco, fazendo-o cair para trás.

- C-C-Como?? Droga...Vamos Gabite, use o Dig!

Gabite, ao ouvir o comando de seu treinador, cavou um buraco, e entrou embaixo da terra.

- Petti, apenas escute o chão, e pule quando achar necessário. – ordenou Nate, sussurrando novamente.

- Agora! – gritou Troy para seu pokémon.

Nesse momento, Gabite saiu da terra, exatamente atrás de Banette.

- Use o Dragon Rush!

As mãos e os pés de Gabite ficaram com o mesmo brilho azul de antes, e ele estava prestes a acertar Petti, quando...

-Petti, use o Faint Attack. – ordenou Nate, secamente.

Banette deu apenas um golpe, um pequeno soquinho, na barriga de Gabite, mas o suficiente para nocauteá-lo.

- N-N-Não pode ser...

- Mas é, se conforme, e volte à luta.

- E Nate sai na frente na batalha final! Seu Banette derrotou o Gabite de Troy, mas ainda tem muita luta pela frente! – gritava a apresentadora, aumentando a euforia e tensão da multidão.

- Ainda tenho mais três pokémons! Agora é com você, Jolteon! – gritou Troy, jogando mais uma de suas pokébolas na arena, e liberando um pequeno pokémon em formato de cachorro, e com imensos espinhos espalhados pelo seu corpo amarelo.

- Um Jolteon? Hmmm...Vai ser interessante. Petti, use o Shadow Ball. – disse ele, sem demonstrar o mínimo sinal de animação.

Banette começou a juntar toda a energia das sombras que podia encontrar no local, e juntá-la em uma pequena esfera, que ele rapidamente lançou na direção de Jolteon.

- Jolteon, desvie, e use o Thunderbolt! – ordenou o adversário de Nate.

Jolteon é um pokémons extremamente rápido, um dos mais velozes do mundo, e ele facilmente desviou do ataque. Faíscas começaram a ser formadas em seu corpo, e um poderoso trovão foi lançado em direção à Banette.

- Não há como desviar agora, agüente. – sussurrou Nate à Petti.

Petti continuou parado aonde estava, e recebeu o golpe, fez uma cara de dor, e olhou para seu treinador, e vendo o olhar de desaprovação estampado no rosto de Nate, agüentou, e fingiu que nada sentira, pois faria de tudo por seu treinador.

- Muito bom, amigo. – disse Nate, friamente, como sempre. – Vamos acabar com a animação desse cara?

- Nette, Nette! – grunhiu Petti.

- Petti, use o Giga Impact.

- O quê?? Um Banette usando Giga Impact? Essa eu quero ver! – disse a apresentadora, animando o público, até ela mesma havia ficado assustada.

- HeHeHe...Nunca um Banette vai conseguir usar um golpe desses! – ria sozinho Troy.

Petti começou a brilhar, seu corpo todo ganhou um brilho equiparável com o de uma estrela, e ele correu em direção a Jolteon.

- Fique parado, Jol. Ele não fará nada. – disse Troy, ainda rindo para si mesmo.

Foi quando Petti acertou seu Jolteon em cheio, fazendo-o voar contra a parede do ginásio, quebrá-la, e cair apenas do outro lado, no meio da rua.

- Ótimo, Petti, ótimo. – disse Nate, aplaudindo.

- C-C-C-C-C-Como???? – gritava a apresentadora. – Que poder é esse?? Deixou o público todo boquiaberto!

- Não é possível...mas tudo bem, não posso desistir, vi que você é mais forte do que todos nós pensávamos.

Mas como efeito do Giga Impact, seu Banette ficará paralisado por um bom tempo, é hora de acabar com isso. Vai, Houndoom! Use o Flamethrower para acabar logo com isso! – disse Troy, lançando sua pokébola ao alto.

O cachorro negro com chifres que de lá saiu deu um passo para trás, e deu um sopro, um sopro de fogo! Golpe que acertou o paralisado Petti em cheio, finalmente nocauteando-o.

- Petti...Você foi bom. – disse Nate, com um sorrisinho no canto do rosto. – Mas cansei disso. Doom, é com você!

O garoto jogou sua pokébola ao alto, e dela saiu o mesmo pokémon que Troy estava usando para lutar: um Houndoom.

- Um Houndoom também? Será uma batalha de igual para igual! – disse Troy.

- Isso é o que você pensa. – disse Nate, arrogante como sempre. – Doom, use o Sludge Bomb!

Uma bola de lama foi cuspida da boa do Houndoom dele, em direção ao mesmo pokémon do adversário, acertando-o em cheio, mas não causando muito dano.

- Agüente, Houndoom! Agora é sua vez, use você o Sludge Bomb!

A mesma coisa que havia acontecido quando Doom havia usado o mesmo ataque aconteceu com o pokémon de Troy, mas o dano no pokémon de Nate foi maior, fazendo-o cair.

- Droga...sem o Petti as coisas ficam mais difíceis. Doom, é bom você derrotá-lo agora..use o Rock Smash!

As patas do Houndoom de Nate brilharam, e ele correu em direção ao adversário, acertando um poderoso arranhão no meio de seu pescoço, fazendo-o cair para trás.

- Vamos Houndoom, levante-se! – gritava Troy.

Uma tensão caiu sobre o estádio. Houndoom não se levantava.

- Houdoom está fora de comba... – começava a dizer a apresentadora, quandoHoundoom, com dificuldades, havia se levantado lentamente, ainda com uma expressão de dor em seu rosto.

- Muito bom, Houndoom! Agora, vamos acabar com isso! Use o Return!

Os chifres do pokémon começaram a brilhar, e ele correu em direção à Doom.

- Doom, você também, use o Return. – ordenou Nate, lentamente.

Os chifres de Doom começaram a brilhar também, e os dois pokémon colidiram no meio da arena, causando um barulho extremamente alto, e a fumaça tomou conta do ginásio lotado. Demorou cerca de 30 segundo para ela se dissipar, o coração de todos no ginásio já saia pela boca, apenas Nate se mostrava tranqüilo como sempre. Quando pode-se ver os dois pokémons, eles ainda estavam em pé, extremamente machucados, mas ainda continuavam na batalha.

- Muito bom, Houndoom! – disse Troy.

Quando ele abriu um sorriso, seu pokémon caiu, nocauteado.

- Um a menos...- disse Nate, arrogantemente.

Quando ele deu aquele arrogante sorriso de canto da boca, Doom caiu, nocauteado também.

- Que batalha eletrizante! Os dois pokémons colidiram e foram nocauteados! Agora Nate tem dois pokémons restantes, enquanto Troy tem apenas 1! – gritava a apresentadora animada, levando mais emoção ainda ao público.

- Tenho apenas mais um pokémon? Então tá na hora de acabar logo com isso, de uma vez por todas! Vai Breloom! Use o DynamicPunch no pokémon que ele mandar!

As mãos do Breloom, que havia acabado de sair da pokébola lançada por Troy, começaram a ganhar um brilho intenso, apenas aguradando.

- Vai, Thrill! Fique parado, DynamichPunch é um golpe extremamente poderoso, mas difícil de acertar. – disse Nate, calmamente, lançando sua pokébola, e fazendo dela sair um pokémon de estatura média, com uma folha na cabeça: um Nuzleaf.

E aconteceu como Nate previa. Breloom se aproximou de Nuzleaf, e deu um soco com suas mãos brilhantes no ar, bem próximo da orelha esquerda de Thrill.

- C-C-C-Como você errou, Breloom? Mas ok, não desista! Afaste-se e use o Sky Uppercut!

- Thrill, fique parado até eu dar o sinal. – disse Nate, olhando para baixo, pensativo.

A mão direita de Breloom começou a brilhar, ele se afastou de Nuzleaf, e começou a correr em sua direção novamente. Quando faltava 30 centímetros para acertá-lo, Nate gritou:

- Agora! Use o Swords Dance, e depois que ele te acertar, use o Payback! – gritou Nate.

Nuzleaf começou a dançar, e Breloom o acertou. Mas o pokémon de Nate não saiu do lugar, ao contrário, suas mãos se tornaram negras, e ele acertou um poderosíssimo soco no queixo do pokémon de Troy, nocauteando-o e acabando com a luta.

- Eu...Eu perdi! – resmugava Troy, quase sussurrando para si mesmo.

- Acabou! A luta acabou! Essa batalha levou literalmente a multidão à loucuuuuuuura! E pelo quinto ano seguido, o vencedor é Nathaniel Wegils, daqui de Slateport, Hoenn mesmo. Se vocês esqueceram quem ele é, é o filho do casal Wegils, morto no maior assassinato de todos os tempos em Hoenn, seis anos atrás! Vamos ouvir o que tem a nos dizer. – disse a apresentadora, visivelmente emocionada após uma eletrizante batalha, levando seu enorme microfone à boca de Nate.

- Não tenho nada a dizer, ganhei porque meus adversários foram todos muito fracos. – disse, arrogantemente, se dirigindo à saída do ginásio.

- Ei, garoto, pelo menos pegue o troféu! – gritou ela, com um objeto dourado nas mãos.

- Não preciso disso, dê para aquele otário ali, to saindo. – disse ele, apontando para Troy.

Nate saiu do ginásio lotado sob vaias, mas parecia não estar ligando, com as mãos nos bolsos, e um sorrisinho no rosto, ele começou a caminhar de volta para a casa aonde vivia sozinho, desde que saiu do orfanato, dois anos atrás. Foi quando foi abordado por duas pessoas na rua, as mesmas que comentavam sobre sua luta no ginásio lotado anteriormente.

- Ei, Nate, espere. Queremos conversar com você. – disse a mulher, com sua voz rouca.

- O que vocês querem? Tenho percebido vocês me seguindo faz duas quadras.

- Queremos te fazer uma proposta. Vimos a sua luta, sabemos como você é bom, e sabemos de sua história. Você não quer se vingar de quem matou seus pais? – perguntou o homem, com um sorriso falso no rosto.

- Vocês sabem aonde eles estão? Se não sabem, saiam daqui. – disse Nate, virando o rosto.

- Sim, nós sabemos. – respondeu a mulher. – Mas queremos algo em troca.

- Pode falar, pensarei na proposta de vocês.

- Queremos que você trabalhe para nós, o Farfalla Team! – disse o homem, calmamente.

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